
No outro dia, num “talk-show” televisivo, ouvi um especialista afirmar, a propósito dos problemas relacionados com o abuso de crianças, mais ou menos o seguinte: “Há algo importante que devemos notar; é que a falta de afecto influencia o crescimento da criança. A hormona do crescimento não se desenvolve se não há manifestação afectiva.”
Quem não gosta de um beijinho, de um abraço bem apertado, de um sorriso de cumplicidade, de um elogio, de uma palavra meiga, de um pressentindo carinhoso?
Faz bem ao coração, entusiasma, acalma angústias, sara feridas, cura dores físicas…
Os afectos são essenciais à vida.
É no núcleo familiar que se manifestam os afectos de modo mais influente. A sua ausência ocasiona tristeza e separação, destruição de laços, congelamento emocional.
A abundância de afectos é pacificadora, transmite segurança, eleva a autoestima, estimula à realização, incentiva à partilha e à relação.
Uma família amorosa e afectiva é um oásis no meio de um mundo cada vez mais individualizado.
Ser membro de uma família que serve a Deus e procura viver em função do amor de Deus, em cada acto do dia a dia, é ser, sem dúvida, uma pessoa feliz e equilibrada.
A “Revista do Lar Cristão – A Missionária” que falar à sua experiência de vida.
Quer participar na formação de famílias felizes!
Desejamos que este e outros temas possam ajudar-nos a reflectir e a burilar atitudes e mentalidades.
Hoje, abrace alguém com muita ternura,
diga ao seu filho que o ama,
elogie o trabalho do seu colega…
dê a mão ao seu marido ou à sua esposa…
expresse a sua afeição…
ARTIGO PUBLICADO
Revista do Lar Cristão – A Missionária
120-121 Junho a Agosto e Setembro a Dezembro de 2000
Editorial, p.3